segunda-feira, 25 de abril de 2016

FORMAÇÃO PERMANENTE


ü CAMINHO FORMATIVO DAS IRMÃS INCORPORADAS DEFINITIVAMENTE NOS PRIMEIROS CINCO ANOS

1º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.       Formação  Humana – Afetividade – Sexualidade – Saber envelhecer – Equilíbrio – O cuidado consigo mesma
2.       Doutrina Social da Igreja – Recomendamos todo o documento, mas especialmente na Terceira Parte, Capítulo XII, item II – Doutrina Social e compromisso dos cristãos leigos e a Conclusão: Por uma Civilização do Amor.
2º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.       Documentos do Magistério:
Ø Alegrai-vos
Ø Laudato Si – Louvado seja
Ø Misericordiae Vultus – O rosto da Misericórdia
3º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.        A esponsalidade
2.       Constituições: Capítulo VI, IX, X, XI e XII.
3.       As Admoestações
4º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.       Normas Práticas – Capítulos I, II e III
2.       Quero Ser Santo – Frei Irineu Mazzotti
3.       Eu Exulto em Deus meu Salvador – Frei Rocco Barbariga, Ofm
5º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.       Normas Práticas – Capítulos, IV, V e VII
2.       Institutos Seculares – Consagração do mundo no mundo – Fascículo da CNIS – 2010
3.       Perscrutai – Carta aos consagrados e consagradas a caminho nos sinais de Deus – Doc. nº 35 – 2014.
6º ANO DE FORMAÇÃO PERMANENTE
1.       Normas Práticas – Capítulos VIII, IX, X e XI.
2.       A Santíssima Trindade: Expressão da Trindade, Pessoas Divinas, Revelação de Deus como Trindade (CIC).
3.       A Virgem Maria – Culto, Igreja e Maria, Maria como modelo, Maria na economia da Salvação (CIC).


FORMAÇÃO NO SEXENIO


1º ANO DO SEXÊNIO
1.       Vida de São Francisco de Assis – Resumo da Biografia e Escritos
2.       Vida de Santa Clara de Assis – Resumo da Biografia, Bula de Canonização e Escritos
3.       Ser mulher consagrada na Igreja e no Mundo
2º ANO DO SEXÊNIO
1.       Regra – A forma de Vida
2.       Formação Humana
3º ANO DO SEXÊNIO
1.       Constituição Apostólica – Provida Mater Ecclesia
2.       Exortação Apostólica Pós Sinodal Vita Consecrata
4º ANO DO SEXÊNIO
Ø  Documentos da Igreja relativos aos Institutos Seculares
1.       Motu Proprio ‘Primo Feliciter’
2.       Instrução Cums Sanctissimus
3.       Perfectae Caritatis
4.       Documento de Puebla
5.       Documento de Aparecida
5º ANO DO SEXÊNIO
1.       Código do Direito Canônico - Título III – Cânones 710 a 730
2.       Constituições Gerais – Capítulos I, VII e VIII
3.       Caminho do Amor – Vol. I e II– Vincenza Stroppa
6º ANO DO SEXÊNIO
1.      Seguir Jesus pobre, casto e obediente na consagração secular na PFF.
2.      Vincenza Stroppa – Mestra de Espiritualidade
3.      Querei-vos Bem – Frei Irineu Mazzotti
4.      Quero ser Santo (Vida de Frei Irineu Mazzotti).


II – PROGRAMAÇÃO - FORMAÇÃO INICIAL

1º ANO DO TRIÊNIO
Iniciar com FORMAÇÃO HUMANA – assim que eu preparar a Apostila eu enviarei)
1 – FUNDAMENTOS DA FÉ – Em busca da santidade de vida
2 – VOCAÇÃO – a este tema deve ser dado o tempo necessário para uma séria reflexão, com questionário e avaliação no final.
Deus e o homem – Encontro chamado e resposta – Introdução -
Desenvolvimento com mais 7 subtemas (cadernos de formação – Manual de Formação Inicial):
·        1.0 – Deus e o Homem, Encontro, Chamado e Resposta
·        1.1 – Deus chama à Vida
·        1.2 -  Teve assiduo cuidado com o Ser Humano
·        1.3 – Instruiu o povo por meio dos Profetas
·        1.4 – Enviou o seu Filho... para anunciar a Boa Nova” (sc 5)
·        1.5 – Jesus chama seus colaboradores
·        1.6 – Chamado a ser Apóstolo de Jesus: a Vocação de Paulo e em Paulo
·        1.7 – “Eis-me aqui, Sou a Serva do Senhor”.
3 – A VIDA FRATERNA – Capítulo V das Constituições
                                                        2º ANO DO TRIÊNIO
1 – ESPIRITUALIDADE DA ENCARNAÇÃO – PRESENÇA NO MUNDO Preâmbulo – Capítulo IV das Constituições
2 – Os cristãos no mundo – Introdução e Desenvolvimento com mais 8 subtemas
3 – Secularidade da PFF a partir dos escritos de Vincenza Stroppa
4 – Vida de Antonietta Lesino
Desenvolvimento com mais 8 subtemas (cadernos de formação Inicial):
·        2.0 – Os Cristãos e o Mundo ... A Secularidade
·        2.1 – A Sabedoria de Deus
·        2.2 – A Sabedoria do Mundo e a Sabedoria Cristã
·        2.3 – Carnais a Espirituais
·        2.4 – As Bem Aventuranças
·        2.5 – Sal e Luz do Mundo
·        2.6 – Conselhos Evangélicos... Condição Secular: Castidade
·        2.7 – Pobreza
·        2.8 – Obediencia.
3º ANO DO TRIÊNIO
1 –CARISMA - A VIDA DE UNIÃO COM DEUS NA CELA DA ALMA – Capítulo III das Constituições – Vida dos Fundadores
2 - A CONSAGRAÇÃO MEDIANTE A PROFISSÃO DOS CONSELHOS EVANGÉLICOS – Capítulo IV das Constituições
3 – Aliança de Amor –
Apresentação com mais 9 subtemas:
·        3.1  - Consagração...Aliança de Amor
·        3.2 – Monte Sinai... Os Mandamentos
·        3.3 – A Nupcialidade da Aliança
·        3.4 – A Promessa de uma Nova Aliança
·        3.5 – A Eucaristia... Sacramento da Nova Aliança
·        3.6 – O Dom do Espírito Santo
·        3.7 – Diversas Formas de Vida Cristã
·        3.8 – Eis o Esposo... Ide ao Seu Encontro
·        3.9 – Maria herdeira da Fé de Israel no Sinai.

AS NORMAS PRÁTICAS

Art. 27 - A Formação, a nível central e local é expressão de um projeto unitário que requer comunhão nas escolhas programáticas e operativas.
O Instituto oferece a cada uma das Irmãs idôneos instrumentos e tempos de formação adequados para favorecer em cada uma o crescimento vocacional em linha com o carisma. O plano formativo, inicial e permanente, elaborado pelo Conselho Central, leva em conta as diversas realidades ambientais e culturais. Uma particular atenção é reservada ao caminho formativo das Irmãs incorporadas definitivamente nos primeiros cinco anos.
Art. 28 – Desde o seu ingresso no Instituto, a Irmã é guiada para adquirir gradualmente uma necessária maturidade humana, cristã e carismática. Enquanto no máximo respeito da pessoa e tendo presentes os fatores educativos e ambientais precedentes, a Irmã é orientada:
- à firmeza de ânimo ao tomar decisões ponderadas e ao julgar com retidão pessoas e eventos;
- no exercício das virtudes: o domínio de si, a sinceridade, o uso da liberdade, o senso de responsabilidade, o respeito pela justiça, a fidelidade à palavra dada, a gentileza, a discrição.
Art. 29 - Cada Irmã tem o dever de cuidar da própria formação inicial e permanente, segundo as indicações do Instituto, acolhendo, ativamente e responsavelmente o quanto lhe é proposto, para encarná-lo na vida. Cada uma se empenha a “formar-se para a liberdade de aprender para toda a vida, em cada idade e estação, em todo ambiente e contexto humano, de cada pessoa e de cada cultura, para deixar-se instruir por qualquer fragmento de verdade e beleza que encontra em torno de si. Mas, sobretudo,  aprenderá a deixar-se formar pela vida de cada dia, pelas suas Irmãs, pelas coisas de sempre, ordinárias e extraordinárias, pela oração como pela fadiga, na alegria e no sofrimento, até o momento da morte” (RdC 15).
Art. 30 - O Instituto, consciente de que as formadoras devem ser pessoas experientes no caminho da busca de Deus para acompanhar as Irmãs neste itinerário, predispõe encontros específicos de preparação a tais encargos e solicita às Irmãs a participar das iniciativas promovidas também por outros organismos competentes.
B)   ESPECÍFICOS PARA A AMÉRICA LATINA
1 – Que as formadoras sejam fiéis ao seguimento da metodologia e conteúdos propostos pelo Conselho central e por nossos documentos, conforme sejam solicitados. Isto posto, podem ser agregados à programação, outros documentos da Igreja, incluso os relativos aos Institutos Seculares.
2 - Que se dê relevância ao acompanhamento pessoal da Responsável de Grupo ou sua delegada e pela formadora de modo que cada irmã seja devidamente amparada no seu caminho vocacional.
3 - Observar a frequência de cada formanda nos encontros mensais e também nos de formação centralizada, promovidos pelo CC.
4 - Incentivar em cada Irmã o empenho para ser um testemunho dentro e fora do Instituto, considerando-se agente de animação vocacional.
5 -  Encontrar lugares adequados que favoreçam a acolhida e o desenvolvimento da formação de modo específico, ou seja, próprios para a formação inicial e em separado para a formação permanente, em ocasiões diferentes.
6 -  Encontrar lugares adequados para encontros das formandas de um Grupo, possibilitando em algumas ocasiões o convite a irmãs de outras fraternidades e grupos.

FORMAÇÃO INICIAL E PERMANENTE


I-                  OBJETIVOS DA FORMAÇÃO INICIAL
A)  PREÂMBULO
                            «… O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê um espírito de sabedoria e de revelação para um profundo conhecimento Dele; ilumine os olhos do vosso coração para fazer-vos compreender a qual esperança fostes chamados» (Ef 1, 17-18).
«A nossa vocação não é um acomodar-se, mas um contínuo movimento de todas as nossas forças para responder à ação divina do Espírito Santo» (IIVdA - Lettere alle sorelle della PFF - settembre 1972).
B)   «… O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê um espírito de sabedoria e de revelação para um profundo conhecimento Dele; ilumine os olhos do vosso coração para fazer-vos compreender a qual esperança fostes chamados» (Ef 1, 17-18).
C)   «A nossa vocação não é um acomodar-se, mas um contínuo movimento de todas as nossas forças para responder à ação divina do Espírito Santo» (IIVdA - Lettere alle sorelle della PFF - settembre 1972).
D)  DAS CONSTITUIÇÕES GERAIS
Art.28 - O primeiro empenho da Pequena Família Franciscana é aquele de oferecer aos seus membros uma adequada e específica formação, correspondente à sua condição de consagradas seculares no espírito franciscano, segundo o carisma próprio, voltada  a favorecer os seguintes objetivos :
a)     o desenvolvimento integral da pessoa;
b)    a capacidade constante da síntese entre fé, Consagração e vida;
c)     a integração entre formação pessoal e comunitária.
 Art.29 - O Instituto, consciente de que cada Irmã é chamada a configurar-se a Cristo e a viver em íntima comunhão e familiaridade com o Pai por meio de seu Filho Jesus Cristo no Espírito Santo, predispõe um plano formativo que promova:
a)     uma adequada e sólida formação bíblica e teológica em plena adesão ao ensinamento da Igreja;
b)    um conhecimento do carisma, com base no caráter próprio da Consagração secular, da espiritualidade franciscana e dos ensinamentos dos Fundadores;
c)     uma formação humana, psicológica, cultural e espiritual, numa integração harmônica dos vários aspectos;
d)    uma atenção ao “discernir nos acontecimentos, nas solicitações e nas aspirações os quais fazem parte juntos  com os outros homens do seu tempo, quais sejam os verdadeiros sinais da presença ou do desígnio de Deus” (GS 11);
e)     um autêntico testemunho de vida evangélica no cotidiano.
Art.30 - A formação tem caráter de continuidade e abraça toda a vida, envolvendo a pessoa na sua unidade: coração, mente e forças.
Ela se articula em: formação inicial e permanente.
A formação inicial dura nove anos assim subdivididos:
-           três anos de preparação à consagração;
-           seis anos da consagração à incorporação definitiva.
Neste período a aspirante é guiada a compreender o desígnio de Deus sobre si mesma, para alcançar a total consagração a Ele no seguimento de Cristo, a serviço da missão, segundo o carisma do Instituto e para crescer no sentido de pertença.
Art.31 - Com o empenho dos conselhos evangélicos, inicia a fase da incorporação temporária no Instituto no qual a Irmã se doa totalmente a Deus e se empenha:
a)  a conhecer e a viver com fidelidade as Constituições, assumindo em primeira pessoa o dinamismo do seu crescimento vocacional;
b)   a abrir a própria vida à ação do Espírito Santo;
c)  a percorrer com generosidade o caminho formativo, acolhendo com fé as mediações que o Senhor e a Igreja oferecem;
d)   a participar nos encontros estabelecidos pelo Instituto.
Art. 32 - A formação permanente tem como objetivo acompanhar e sustentar a Irmã no caminho de progressiva maturação e fidelidade à vocação e a missão recebida, segundo a exortação de São Pedro: “procurai tornar sempre mais sólido o vosso chamado e a escolha que Deus fez de vós. Se fizeres isto, não cairás nunca” (2Pt 1, 10).

segunda-feira, 21 de março de 2016

Uma Geração Sem boca - Autor: Prof. Luiz Marins

  Podem dizer que estou exagerando, mas acho que esta nova geração se esqueceu de que a boca existe não só para comer, mas também para falar. Estamos vivendo com uma geração sem boca! Tudo é comunicado via e-mails, MSN e através de blogs, facebook, twitter e que tais. Ninguém mais quer falar com outra pessoa. Às vezes tenho a impressão de que as pessoas ficaram com medo de falar sobre trabalho com seus colegas. Têm medo da reação, da resposta, de ter que argumentar. Então enviam um e-mail ou uma mensagem de texto e pensam que tudo estará resolvido dessa forma, sem ter que enfrentar a pessoa cara-a-cara, face-a-face.



Tenho um grande medo de que se um dia houver um incêndio numa empresa e o diretor perguntar se alguém chamou os bombeiros, a resposta seja “mandamos um e-mail com sinal de prioridade!”.



Quantas coisas poderiam ser resolvidas se as pessoas voltassem a se falar? Quantos problemas seriam evitados se as pessoas pegassem num aparelho chamado telefone e ligassem para seu colega falando claramente do que estava acontecendo? Quantas coisas seriam resolvidas mais rapidamente se alguém se dispusesse a levantar de sua cadeira e ir até o local (às vezes a poucos metros) falar com a pessoa responsável? Quantos problemas evitaríamos se falássemos diretamente com o cliente ou com o fornecedor em vez de mandar um e-mail mal redigido passível de várias interpretações?



É preciso que esta geração aprenda a falar! Não a falar mal dos outros, mas a falar com as pessoas ao invés de falar das pessoas. Esta geração precisa compreender que o ser humano é o único animal que fala e que a comunicação verbal é realmente a mais eficaz, a que mais comunica o que pensamos, o que sentimos, o que queremos, etc.



Em vez de mandar dezenas de e-mails (que serão reencaminhados para dezenas de pessoas e que ou não serão lidos ou serão mal interpretados), pegue o telefone e fale! Em vez de ficar grudado em estado de semi-coma em frente ao seu computador, levante da cadeira e vá até aquele ser humano que poderá lhe ajudar e fale com ele(a)! Reaprenda a falar e verá como o mundo ficará mais fácil e como as coisas serão resolvidas mais rapidamente utilizando esta “nova” ferramenta, fenomenal que é fala!

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Reflita sobre isso!

Ótima Semana.

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Cada um se fartará do fruto da sua boca, 

e da obra das suas mãos o homem receberá a recompensa.
Provérbios 12:14

Recebi esta mensagem e achei muito importante.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Estudo de julho - FAMÍLIA DE VIDA 16


* * * "Aquele que ao amigo ama o que ele tem de mais caro; Ele dá tudo, até mesmo o sangue ea vida. O amor se alimenta do sacrifício eo sacrifício tem o seu melhor doces. Deus, por amor infinito, deu o seu único Filho para os homens e estes homens deram a todos a si mesmo. Olhe para a Eucaristia, aqui é o amor de amor mais sublime! "(VB, 151). * * *

"Nós sempre precisamos contemplar o mistério da misericórdia. É uma fonte de alegria, de serenidade e de paz. É uma condição de nossa salvação. Misericórdia é a palavra que revela o mistério da SS. Trinity. Misericórdia é o ato final e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia é a lei fundamental que vive no coração de cada pessoa quando eles olham com os olhos honestos irmão ele atende na jornada da vida. Misericórdia é o caminho que une Deus eo homem, porque abre o coração à esperança de ser amado para sempre, apesar do limite do nosso pecado "(Misericordiae vultus, 2 - Bula de proclamação do Jubileu especial de misericórdia, 11 de abril, 2015). * * * e você não será julgado; não condeneis, e não sereis condenados; Perdoem, e serão perdoados. 38 Date e lhes será dado uma boa medida, recalcada, transbordante será colocada em seu colo, porque com a medida com que você medida, deverá ser medido para você em troca.

17 - "Mas para vocês que ouvir eu digo:" ... (v. 27) Para o amor, a fazer o bem, para abençoar, para oferecer a si mesmos, dar suas coisas e dar àqueles que não o merecem, estas são as indicações para a pessoa que lhe incumbem o caminho do Senhor, quando ele começou a ouvi-lo (Lc 6, 27). Ele também deve abster-se de qualquer julgamento e qualquer sentença. Aqui é o projeto para o verdadeiro discípulo de Cristo! Esta atitude, no entanto, começa por ouvir. "Então, a fé é pelo ouvir, eo ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10, 17). Quem ouve a palavra, recebe-o em seu coração como em terra boa. O que, então, no Espírito da Palavra, para fora do coração dá muito fruto, traz a vida que permanece para a eternidade. Só o amor é eterno. A fé ea esperança no final vai dar lugar ao amor que reinará para sempre (1 Cor 13, 13). Podemos dizer, então, que até mesmo o amor tem a ver com a escuta, não escuta, porque haveria uma disposição de fé, e não a verdadeira fé não haveria amor verdadeiro. Saber ouvir, então, é a primeira condição para o amor crescer e viver em nossos corações. Amor, então, começa a ouvir, de aceitar. Primeiro de tudo, pela escuta da Palavra de Deus, mas também de ouvir e de aceitar cada pessoa que Ele quer atrair para si (Jo 6, 44), como diz Bonhoeffer, em seu livro Vida ditado popular: "A primeira serviço que deve estar em comunhão com o outro, é a emprestar-lhes escutar. O amor a Deus começa com a escuta de Sua Palavra, eo mesmo amor por seu irmão começa com aprender a ouvir ". Aceitar o amor de Deus, portanto, é aceitar o outro no seu mistério, isto é, com o amor que o Pai tem para com ele.

O amor do Pai para conosco, assim, inclui também o amor que o Pai tem para com os outros. Um exemplo de uma aceitação real da pessoa, como pode ser visto por nosso Pai no céu, nós em Vincenza que Misericordioso como o Pai: pretensão cristã, perdoar aqueles que NÓS PERDOAR testemunhou que "ele tinha um presente maravilhoso: não chocou a todos (não julgar). Estava longe de seu todos os tipos de fofocas e nunca inferno e demônios mencionado, mas falou muito amor de Jesus, de sua misericórdia e sua imensa compreensão "

(A VDA, p. 172 memórias de sua sobrinha). De "a qualquer que vos pedir, e que toma suas coisas, não pedir-lhe para trás (v. 30) A segunda abordagem é a vontade de doar não apenas coisas, mas também todo o seu ser, o seu coração. O amor requer profundidade de relacionamentos, ele pergunta para o nosso coração e nosso sangue. Pai Irineu diz: Se, no entanto, não estão dispostos a aceitar a pessoa em nossos corações, nós já julgado como alguém que não é conhecido e amado pelo Pai. Significa, então, que estávamos fora da casa do Pai, por seu verdadeiro amor, porque ainda me sinto como servos que fazer um monte de coisas só porque a lei assim o diz (cfr. Lc 15, 29). Ou "espiritualizar" nosso relacionamento com Deus, sem reconhecer, mesmo quando nós não queremos ver, que são as pessoas que nos incomodam e nos sentimos como os invasores da nossa intimidade. Então, muitas vezes estamos dispostos a dar tudo para os outros, ou seja, nossas posses, a nossa saúde, nossa força, nosso tempo, mas não nossos corações. E se não estamos dispostos a dar-nos, como é que podemos pedir ao Senhor se doa totalmente a nós, para nos dar a sua graça que nós não merecemos?

Mas amar seus inimigos (v. 35) A terceira atitude é a disposição para amar e perdoar seu nemici.Se amais os que vos amam, que agradecimento é devido? (V. 32) .Vivere os meios Amor Misericordioso