terça-feira, 1 de abril de 2014

Carta de Vinceza às Irmãs da PFF


Paz e Bem!
Jesus Amor!
O nosso divino esposo jesus, nos uniu numa Pequena Família, porque no mundo quer e deseja a clausura amorosa de esposas prediletas as quais, em meio a tudo e longe de tudo, no interior de suas celas, por obra do amor vivam juntas a Ele mormento no ofício do amor, e n0os convida a abraçar com alegria e doação, sempre mais elevada, a nossa Santa Regra. À luz da verdade somos chamadas à melhor tarefa: A união intima de amor, à quela união que dá ao eterno Rei, nosso Sebhor Jesus, os frutos mais divinos. Entregamo-nos com alegria uele que nos chamou, separando-nos com gáudio de tudo, para preparar em nós uma clasura sempre mais dígna Dele, onde os nossos irmão, todos os irmãos do mundo inteiro, encontrem Deus vivo e amem.
Por isso, confiantes Nele, levantamos os nosso olhar e avante, avante uma perfeição sempre mais adquada com a nossa excelsa vocação.
Esposa de clasura, esposas de perfeita caridade na união com Ele, esposas que levem ao mundo inteiro não a vida terrena, mas aquela divina do Paraíso.
Benditas de Jesus, nós alcançamos aquela perfeição que será a alegria de Deus e a salvação das almas.
Que ele nos abrace uma a uma e todoas juntas para encher-nos de suas Graças que farão de nós uma legião de divina caridade, de paraíso, que revelará Deus no amor para que possamos amá-lo.
A vemos sempre em jesus, em cada suspiro nossos para Ele.
Vincenza Chiara

segunda-feira, 10 de março de 2014

Um Projeto fascinante

O "Curso Básico sobre o Carisma Missionário Franciscano" (CCFMC), de modo PODE Ser entendido se o relacionarmos com o Concilio Opaco LHE imprimiu Impulso e Orientação. E POR ISSO Opaco, o Vindouro 50 ° Aniversário do Concilio desen serviços Motivo parágrafo nn lembrarmos da Curiosidade e descobridora da Abertura Ingenua com cais Quais d'Orsay como começamos ESTE PROJETO interfranciscno e interculturais HA MAIS de 30 Anos. FOI UMA sensação de verdadeiro salto, e do tanto NAS cúrias de Roma Como NAS communities CRP, houve hum vivo INTERESSE Neste Instrumento de Formação posterior Opaco SERVIU parágrafo um franciscana Família Descobrir a conciliar ideia de Renovação e Reflexão sobre como Próprias Fontes. A Abertura da Igreja para o Mundo, uma Missão entendida Como uma Oferta da compreensão de Reino de Deus Como Libertação universal de Todas como experiencias de opressão e Salvação TAMBEM NAO OS parágrafos cristãos - Tudo ISSO provocou a necessidade de refletirmos sobre a Nossa compreensão de Missão ea Nossa Missão própria. Quase Todas los como contraditório encontramos Portas Abertas ea Disposição de Cooperação e Participação. De outra Maneira, o Projeto Localidade: Não térios Sido Capaz de se converter, EM Menos de dez Anos, num Programa Mundial com, com Traduções parágrafos MAIS de 15 languages. Em TODAS um contraditório houve Irmãs e Irmãos Que descobriram como SUAS raízes franciscanas e como traduziram, à luz do Concílio, das Necessidades CRP, dos Sinais do Tempo, parágrafo A Nossa Língua de Hoje.

Durante a reuniao da Direção fazer CCFMC, Que se realizou los Hofheim, de 27 de Março a 1 ° de Abril, ficou a Claro Que Isto É continua Sendo Válido AINDA Hoje. Mas, AO MESMO tempo, constatou-se Opaco O Primeiro entusiasmo se ma desvanecido e Opaco, EM algumas contraditório, o Objetivo diretor JÁ Localidade: Não E entendido e apoiado pelas Entidades responsáveis. Tanto vale par o CCFMC Como parágrafo o Concilio Opaco, JA HÁ Muito ritmo, Nao E entendido e Vivido Como o Concilio pastoral fundamental that Deverià Fazer uma Igreja Capaz de responder AO Século 21. Portanto, deveríamos aproveitar OS 50 Anos fazer Concilio E os 30 Anos fazer CCFMC parágrafo descobrirmos Os Dois acontecimentos não Seu dinamismo originais.

O Curso básico sobre o carisma franciscano Missionário Localidade: Não E o Resultado de UMA reuniao de Peritos, mas o PRODUTO de hum dialogo sincero intercultural. IstoÉ ficou demonstrado claramente Durante o grande Acontecimento de "Assis 94", Durante o quali se encontraram, Pela Primeira Vez na História, 160 Irmãs e Irmãos De Todo O Mundo parágrafos hum Congresso de 15 Dias, Durante o quali o Curso FOI Revisto fundamentalmente. FOI UM verdadeiro Processo de Estudo não Fim do quali houve hum Projeto Comum Opaco Todos quiseram e apoiaram.

O CCFMC E, portanto, um Projeto Opaco e Único na Família franciscana, não Que Diz Respeito à SUA História de surgimento e Efeito. Único Localidade: Não se REFERÊ à SUA Qualidade e Profundidade. Documentos OS, Livros e Programas Que servem de para a Renovação da espiritualidade francis-cana enchem UMA QUANTIDADE de estantes los TODO O Mundo. O Opaco e Único não CCFMC, não entanto, è uma Tentativa de CRIAR UM Programa de Renovação universal, intercultural e interfran-ciscano, e ISSO, num Diálogo Aberto não quali uma Sabedoria de Peritos e como Experiências concretas FORAM unidas.

Os Estímulos procederam Localidade: Não assim fazer Concilio, mas also da Igreja latino-americana, APOS Medellín e Puebla, de Documentos orien-Dores das Igrejas na Ásia e na África, nos cais Quais d'Orsay FORAM traduzidas como decisões Gerais do Concilio parágrafos respectivos OS Contextos. Mas, igualmente de suma importância, uma nova Visão de Liberdade de Informação que Consciência Mundo eA n º s 60 Anos de Que uma maioria das PESSOAS, nos Continentes do Sul, ESTA
privada de UMA Vida digna. PESSOAS Pará, Que invocam Francisco e Clara, Este Fato E hum Problema de Identidade Que se constitui num Desafio Constante. O Nosso Lugar temperatura Opaco serviços ao Lado dos Pobres, dos marginalizados se quisermos Localidade: Não trair o francisclariano ideal. ASSIM nasceu uma Herança Opaco TEMOS de Preservar e organizar. Um Projeto fascinante Que, embora Localidade: Não proporcione Soluções concretas parágrafo OS Problemas prementes fazer Nosso tempo, proporciona uma Força Espiritual ea Ideologia SEM como cais Quais d'Orsay Localidade: Não chegaremos à Conversão necessaria. O Que precisamos E Paixão e Dedicação, carinho e Força, Que Francisco e Clara encarnam MELHOR DO Opaco QUALQUÉR Pessoa na História. TEMOS de redescobrir ESTAS Virtudes, traduzidas parágrafo O Nosso ritmo; entao teremos UMA Bússola segura parágrafo nn orientar NAS perplexidades fazer Nosso ritmo.

Andreas Müller OFM

quarta-feira, 5 de março de 2014

Pequena Família Franciscana - Origem do Instituto

O Instituto surgiu em Brescia ligado a fraternidade São Caetano, em 1929 por iniciativa de algumas Terceiras franciscanas, sobre particular inspiração da professora Vincenza Stroppa e sob o cuidado do Padre Frei Ireneo Mazzotti. OFM. Tal obra é denominada “Pequena Família Franciscana”.
Em 1983 é aprovado como Instituto Secular de Direito Pontifício.
Espírito do Instituto
A Pequena Família Franciscana se qualifica:
·         Pela plena e autentica secularidade dos seus membros.
·         Pela Consagração mediante a profissão dos Conselhos Evangélicos;
·         Pelo empenho de apostolado que busca as formas e os meios externos, não se distingue daquele próprio dos leigos batizados.
·         Por algumas notas características da espiritualidade franciscana, o espírito de família no vinculo de uma fervorosa caridade recíproca, uma intensa piedade eucarística e mariana, zelo pela santificação da Igreja, dos Sacerdotes e das pessoas consagradas.
O Instituto se propõe as seguintes finalidades:
·         A total Consagração a Deus dos seus membros para tender à perfeição da Caridade com a completa Profissão dos Conselhos Evangélicos no século;
·         A conformidade a Cristo segundo os princípios da espiritualidade franciscana;
·         Um serviço constante e generoso à Igreja mediante o pleno testemunho de vida cristã no exercício da profissão e mediante a animação e a orientação cristã das realidades terrestres para consolidar o reino de Cristo e dilatar-lo em toda parte da terra.
·         A difusão do espírito franciscano no mundo especialmente com a presença ativa e responsável nas Fraternidades da OFS;
·         A cooperação ativa especialmente com a Oração e o Sacrifício, pela Santificação dos Sacerdotes, das pessoas Consagradas e por todos os membros das três Ordens Franciscanas.
O Instituto é formado por um Conselho Central e é organizado em Regiões e cada região em Grupos com os relativos Conselhos.
É amplamente difundido na Itália e está presente também no Exterior. Conta atualmente cerca de mil e quatrocentas Irmãs Consagradas.
O Instituto é extensivo a muitos níveis da vida social. Na verdade as profissões civis das Irmãs ocupam uma escala muito variada: professoras, médicas, empregadas, artesãs, assistentes sociais, domésticas, colaboradoras familiares, operárias, agricultoras, negociantes, aposentadas...
No plano de atividade apostólica está assinalada a presença de Irmãs como catequistas, animadoras de iniciativas paroquiais e diocesanas, como voluntárias no campo caritativo e social.
“Se queres ser perfeito... Vem e segue-me” – Mt 19,21.
Somos mulheres que respondemos ao convite de Jesus: Vem e segue-me. A nós não pediu para deixar o mundo, mas para viver como “A Pequena Família de Nazaré”, na qual o centro é Jesus. Uma vida simples, humilde, na própria condição de vida, feita de silêncio, oração e atividades profissionais e apostólicas. Uma vida que louva a Deus pelas maravilhas do criado e das suas criaturas e que deseja ardentemente que Jesus seja conhecido, amado pelos homens, sobre o exemplo do pobrezinho de Assis, São Francisco.
“Não deves pensar em grandes coisas, deves estar humildes aos pés de Jesus. Viver no meio do mundo não é como viver em clausura, não é como viver em convento; o nosso é dentro de nós, a nossa clausura é dentro de nós e fora devemos enfrentar todos os riscos, todas as cruzes cada uma onde se encontra: uma professora na escola, uma na fábrica, uma na família... ”.                                                         (Vincenza Stroppa)
“O mundo hoje mais do que nunca tem necessidade de pessoas que realizam em plenitude a vida evangélica que é vida de profundo relacionamento com Deus, e se explica na caridade: amor a Deus e ao próximo.”
(P. Ireneo Mazzotti)
“A Pequena Família Franciscana é um Instituto Secular constituído segundo as intenções e os efeitos da lei própria dos Institutos Seculares. Ela vive a sua vida e desenvolve a sua atividade de acordo com o direito comum dos Institutos Seculares”

(do art. 1 das Constituições)
Texto enviado pela Fraternidade Frei Jorge Rothaus

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Com o Amor na história

1 – Em Cristo novas criaturas
“Eu sou a videira, vós os ramos” (Jô 15,5)
Sepultados e ressuscitados com Cristo no Batismo, que os torna membros vivos
da Igreja, e a ela mais fortemente ligados pela profissão, tornem-se testemunhas e instrumentos da sua missão entre os homens, anunciando Cristo pela vida e pela palavra. (Rofs 6)

“O Batismo nos regenera á vida dos filhos de Deus, nos une a Jesus Cristo a ao seu corpo que é a igreja, nos unge no Espírito Santo constituindo-nos templos espirituais”. C.F.L. 10

Filhos no Filho: “Em verdade, em verdade te digo, quem não nascer da água e do Espírito Santo não entrará no reino de Deus” (Jo 3,5).
“O Batismo é, portanto, um novo nascimento é uma regeneração”. C.F.L.11

Um só corpo em Cristo: “Eu sou a videira, vós os ramos” (Jo 15,5) uma imagem que não só ilumina a intimidade profunda dos discípulos com Jesus, mas também a comunhão vital dos discípulos entre si: todos ramos da única videira”.                                                                                                                                C.F.L. 12

Templos vivos e santos do Espírito: O Espírito Santo unge o batizado e imprime nele o seu selo indelével, e o constitui templo espiritual, ou seja, o enche da presença santa de Deus graças á união e à conformação na Jesus Cristo”. 
                                                                                                                C.F.L. 13
2 - Levantai-vos e não tenhais medo

“Se queres ser perfeito, ... vem e segue-me (Mt 19,21)
A consagração total mediante a profissão dos Conselhos Evangélicos “tem as suas profundas raízes na consagração batismal” , da qual é a floração mais bela. (art. 6 das Const. P.F.F.)

Todos, na Igreja, são consagrados no Batismo e na Confirmação, mas o
ministério ordenado e a vida consagrada supõem, cada qual, uma distinta vocação e uma forma específica de consagração, com vista a uma missão peculiar. (V.C. 31)
As pessoas consagradas, que abraçam os conselhos evangélicos, recebem uma nova e especial consagração que, apesar de não ser sacramental, as compromete a assumir – no celibato, na pobreza e na obediência – a forma de vida praticada pessoalmente por Jesus, e por ele proposta aos discípulos. (V.C. 31)

A vocação à vida consagrada – no horizonte de toda a vida cristâ -, não obstante as suas renúncias e provas, antes em virtude delas, é um caminho “de luz”, o qual vela o olhar do Redentor: “Levantai-vos e não tenhais medo”. (V.C. 40)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Fraternidade: irmãos e irmãs em meio a humanidade.


O Senhor chamou-nos a viver segundo o evangelho, não sozinhos, mas numa Fraternidade. É nela e por meio dela que se realiza a nossa vocação, uma vez que é ela o lugar privilegiado o encontro com Deus. E neste espirito que queremos viver, não apenas como pessoas que partilham de um espaço comum como que correndo para o mesmo fim e ajudando-o a atingi-lo, mais voltando-nos uns para os outros para mutualmente nos amarmos, como o próprio Senhor nos deu o exemplo e o mandamento. Devemos todos olhar-nos como família, dar-nos provas de respeito, manifestarmos simplesmente uns aos outros as nossas necessidades, prestarmos uns ao outros os mais humildes serviços, evitar as disputas, as murmurações as cólera, as apreciações negativas; numa palavra, amarmo-nos por atos e não apenas por palavras; isso é com carinho duma mãe para com os seus filhos e filhas.
Uma vida fraterna assim, significada e alimentada pela Eucaristia, sacramento de unidade e caridade, implica a partilha material e espiritual, a busca de Deus e de Jesus na oração comum, as permutas e interpelações fraternas, o confrontos dos nossos respectivos compromissos e habitualmente a vida em comum. A escolha duma tal vida, feita após reflexão, submetida a `provação do tempo e publicamente expressa diante de Deus e da Igreja, liga-nos de forma permanenteà Fraternidade que abraçamos. Esta vida ccomporta igualmente a escolha dos votos evangélicos por causa do Reino (cf. Mt 19,12), o qual baseado na promessa e no apelo de Jesus, favorece a realização dum semelhante tipo de vida.
E se soubermos, assim, viver, ((não de palavras , mas de obras)) a verdadeira fraternidade, entre nós mesmos; e se em vez de nos fecharmos permanecemos abertos a todos os seres humanos com quem entamos em contatos, corresponderemos `espectativa dum mundo que, ameaçado pela despersonalização e pelo anonimato, aspira profundamente a Fraternidade. Nós poderemos então com outros cristãos ou não, desempenhar uma função de fermento na edificação duma humanidade que não seja uma poeira de indivíduo solitários e despersonalizaddos, mas uma comunhão fraterna em Cristo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O Evangelho e a fé,



Ao centro da vida franciscana encontra-se a experiência de fé em Deus no encontro pessoal com cristo É o que atestam os escritos de Francisco, de Clara e outros textos. Sob qualquer aspecto que se aborde (oração, fraternidade, pobreza, presença em meio `humanidade), todos os projeto evangélico remete-nos continuamente para a fé. As recomendações incessantes das regras e das constituições sobre a busca de Deus e a sua primazia absoluta e única na vida de cada irmão e de cada irmã, sobre adoração e o amor que lhe são devidos, sobre seguir as pisadas e sobre a vida segundo o Evangelho, sobre a abertura ao sopro soberanamente livre do Espirito ou sobre a oração prioritária e incessante; as motivações Evangélicas propostas a todos os comportamentos dos irmãos e irmãs ( contemplação, jejum, oração, vestuário, pobreza, trabalho, mendicidade, alimentação) mostram que na base duma tal vista existe uma experiência única da fé num Deus que é Amor.