Participar destas oficinas
É bastante proveitosa
Prepara a mente e o coração
Para a pastoral da pessoa idosa
Participando da Santa missa
No dia mundial das missões
Outra coisa importante
Foi as confissões
Imaginem a alegria
No coração de Marina
Reunir as três paróquias
Santana São Francisco e Santa Teresinha
A paz esteja com todos
Este encontro é maravilhoso
As graças de Maria
E as bênçãos do Pai bondoso.
Um abraço da irmã Francisca Gomes Cardoso
Capacitadoras:
1 . Lélia de Lourdes Sousa de Oliveira
2. Maria José Barreto
Data do encerramento da capacitação: 20/10/2013
Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM)
Cidade: Bacabal – Diocese: Bacabal - Maranhão
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
ORAÇÃO DO COMPROMISSO
Senhor nosso
Deus! Nós vos louvamos e bendizemos!
Por Vosso
Filho e Senhor Nosso./
Ele é o
nosso Salvador,/
Queremos
hoje vos louvar,/
pelo Vosso
Servo Francisco./
Que nos
deste como Pai e modelo/
Agora somos
chamados,/
a viver e
celebrar a Graça da Origens dos 60 anos,/
de Pequena
Família Franciscana no Brasil,/
Nossa responsabilidade é muito grande,/
Nós queremos viver / celebrar / e
divulgar, /
A graça das origens, / dos nossos
fundadores
como Familia Franciscana que somos, /
Queremos viver e celebrar com Francisco e
Clara,/
É um grande desafio! /
é uma tarefa árdua e difícil.
SENOR!
Que a Vossa
Face resplandeça sobre nós, /
Que venha a
nós a Vossa Graça e a Vossa Benção,/
Que dessa
sobre nós a Vossa Divina Misericórdia,/
Que na vossa
Terra se conheça a Vossa Glória.
Vós mesmo
disssestes,/
Façam as
obras de vocês,/
para que os
homens as vejam,/
e
glorifiquem Vosso pai / que está nos céus!
Senhor!
Que a graça
das origens da PFF
traga a
benção da conversão,/
para todas
as irmãs.
Que cada franciscano /
franciscana,/
devoto de São
Francisco,/
ouça seu pedido:/
irmãos, vamos
começar,/
porque até agora/
pouco fizemos.
Que este Ano
com Francisco e Clara,/
traga muita
PAZ e BEM!,/
para todos
irmãos e irmãs.,/
para toda
Igreja,/
que ainda
crê e ama Francisco e Clara.
Amém! Assim
Seja.
Instituto
Secular Pequena Família Franciscana
Região
Nordete - Brasil
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Passagem de Páscoa definitiva
Queridas irmãs
Paz e Bem!
Com o coração abalado e, ao mesmo tempo confiante e firme na fé, em Jesus Ressuscitado pelo poder de Deus Pai, creio, também como vocês, que a nossa querida irmã Olívia se encontra agora, junto de Deus Uno e Trino, gozando da vida plena e verdadeira. Sendo mais uma intercessora que temos no céu.
Ela, que durante a sua vida de consagrada, foi fiel, coerente e perseverante ao assumir os seus compromissos com a Pequena Família Franciscana, a qual ela muito amava e servia mesmo à distância, sendo indicada para o serviço de comunicadora social do grupo. Neste seu trabalho feito, com solicitude e prontidão, nenhuma irmã ficou sem sentir-se lembrada no seu aniversário e nos momentos de tribulação inerentes a nossa passagem de peregrinos neste mundo. Bem como nas respostas aos vários convites das autoridades civis e religiosas. E ainda como secretária competente e voluntária em vários Cursos de Exercícios Espirituais.
Na sua generosidade, mesmo sem emprego e aguardando a aposentadoria, sempre vinha cheia de dons para o Curso de Exercícios Espirituais com os produtos de sua terra: biscoitos, rapadura, requeijão, muito apreciados por todas e todos. Na chegada das irmãs que iam visitá-la, na simplicidade de sua casa, acolhia a todas com alegria, gentileza e generosidade, oferecendo o que de melhor possuía, levando para visitar e conhecer suas irmãs casadas, seus amigos e também a cidade. Envolvia a todos na acolhida e na partilha.
Durante a sua longa enfermidade a espera da liberação pelo SUS, da cirurgia de um mioma, teve de tratar primeiro da anemia profunda e dos rins, fazendo hemodiálise três vezes por semana e uma dieta rigorosa, durante dois anos. Perdeu peso, mas, nunca deixou de ir à luta, mesmo sentido dores e, às vezes, algum desânimo pela demora e os sacrifícios que fazia para ir Montes Claros, quatro horas de viagem para encontrar-se com o médico cirurgião. Por três vezes teve os exames vencidos pela demora em conseguir marcar a consulta com médico. Foi fortalecida nesta luta pela oração, pela solidariedade e o apoio das irmãs com ajuda material e espiritual. Sempre agradecida por tudo.
Quando finalmente conseguiu marcar a cirurgia, após muito trabalho para preparar toda a documentação exigida, partiu ... e terminou a sua via-sacra com o espírito e a alma preparadas para ir ao encontro do seu amado esposo Jesus.
Dela podemos dizer como S. Paulo:
“Combati o bom combate, terminei a minha corrida, guardei a fé. Agora só me resta a coroa da justiça que o Senhor, justo Juiz me entregará naquele Dia...” (2 Tim 4, 7-8).
Fraternalmente América
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Páscoa definitiva de Frei Eurico Loher
“ Em
verdade te digo: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso, disse o
Senhor Jesus”
A Província
Franciscana Nossa Senhora da Assunção comunica com pesar o
falecimento de nosso confrade Frei Eurico Lӧher (74 anos), no inicio
da noite desta quarta-feira, 25 de setembro.
Natural da
Alemanha nasceu em 14 de maio de 1939 e chegou em terras
brasileiras em novembro de 1968, como sacerdote, foi grande defensor
das causas sociais e desde o ano de 1980 lutava incessantemente pela
educação de crianças carentes.
Desde 2001
ocupava o cargo de diretor do Colégio Nossa Senhora dos Anjos, na
cidade de Bacabal-MA, e com muito carinho dedicou boa parte de sua
vida nos trabalhos com a educação e formação de crianças.
Rezemos
irmãos (ãs) por nosso irmão frei Eurico Lӧher, que o Senhor
convidou para participar do banquete eterno.
Dai-lhe,
Senhor o descanso eterno. E brilhe para ele a vossa luz.
Benfeitores
da Província Franciscana de Nossa Senhora da Assunção MA/PI
Cx.
Postal 02 CEP: 65700-000 - Bacabal - MA
Fone:
99-3621-1270 / 3621-1558
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Fofocas que matam o outro!
Roma, 13
de Setembro de 2013
A
metáfora evangélica do cisco e da trave no olho (Lc 6,39-42) se
refere àquela "atitude de ódio de uns para com os outros"
que nos leva a "ser juízes do nosso próprio irmão",
disse o papa na homilia durante a missa desta manhã na Casa Santa
Marta, comentando o evangelho do dia.
Na mesma
passagem, Jesus pronuncia "uma palavra forte: hipócrita",
acrescentou o pontífice.
Há
pessoas que "vivem falando mal dos outros". Elas "são
hipócritas porque não têm a força, a coragem de olhar para os
seus próprios defeitos". Em outro momento, Jesus enfatiza que
aquele que guarda "em seu coração um pouco de ódio contra o
seu irmão é um assassino".
São
João Apóstolo também é muito explícito sobre esse ponto: "Aquele
que odeia o seu irmão caminha nas trevas; quem julga o seu irmão
caminha nas trevas" (cf. 1 Jo 9).
Portanto,
cada vez que "julgamos os nossos irmãos em nossos corações e,
pior ainda, quando falamos sobre isto com outras pessoas, somos
cristãos homicidas", continuou o papa.
"Se
você fala mal do seu irmão, você mata o seu irmão", disse
Francisco, observando que, neste ponto, "não cabem nuances".
Qualquer um que julga o seu irmão está imitando "Caim, o
primeiro assassino da história".
O Santo
Padre abordou depois a relação entre o julgamento negativo do outro
e a paz que o mundo exige, especialmente nos dias de hoje. É
necessário, por isto, "um gesto de conversão nosso. As fofocas
estão sempre nessa dimensão da criminalidade. Não há fofocas
inocentes".
Quando
se fala mal do irmão ou da irmã, usa-se a língua, no fim das
contas, para "matar a Deus", refletido na imagem do irmão
que nos foi dada para louvá-Lo.
Se um
irmão erra ou nos faz sofrer, a verdadeira solução não é
espalhar fofocas, mas rezar ou fazer penitência por ele. "E, se
necessário, falar com a pessoa que pode resolver o problema. Mas não
sair fofocando para todo mundo!", observou o papa.
O
exemplo paradigmático desta atitude virtuosa é oferecido por São
Paulo, quando diz: "Antes eu era blasfemo, perseguidor,
violento. Mas alcancei misericórdia" (cf. 1 Tim 1,1-2.12-14).
Mesmo aqueles que não blasfemam, quando se rendem à sedução
maliciosa da fofoca se tornam "certamente perseguidores e
violentos", afirmou o Santo Padre sem botar panos quentes.
Na
conclusão da homilia, o papa exortou os fiéis a pedirem "para
nós e para toda a Igreja a graça da conversão, a fim de passar do
crime das fofocas para o amor, para a humildade, para a mansidão,
para a gentileza e para a magnanimidade do amor pelo próximo".
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
05.09.13 - Mundo A Igreja não é uma democracia? José Lisboa Moreira de Oliveira
Há mais de quarenta anos estou
diariamente envolvido com a vida da Igreja Católica Romana. Durante este
período escutei centenas de vezes a afirmação de que a Igreja não é uma
democracia. Geralmente escuto este tipo de afirmação quando se quer justificar
os autoritarismos praticados por eclesiásticos ou por gestores de instituições
eclesiásticas. A última vez que escutei tal afirmação foi há poucos dias atrás.
Um gestor de uma instituição ligada à Igreja Católica, querendo justificar
atitudes pouco evangélicas e pouco transparentes dessa mesma instituição
saiu-se com esta afirmação: "Meu caro, você sabe que a Igreja Católica não é
uma democracia”.
Diante da resposta evasiva deste gestor
tive que fazer alguns esclarecimentos. Antes de tudo disse para ele que,
realmente, a Igreja não é uma democracia no sentido que estamos acostumados a
entender esse termo. No âmbito político atual entende-se por democracia a
vontade da maioria da população de um país ou de um continente, manifestada
através do voto, de um plebiscito ou mesmo de um referendum. Por democracia, no
sentido comum do termo, entende-se a obrigação que os governantes e os
políticos têm de agir com transparência, respeitando a autonomia dos três
poderes (legislativo, executivo e judiciário) e respeitando a vontade da
maioria manifestada em algumas ocasiões. Por democracia entende-se ainda uma
série de direitos e de deveres individuais e sociais garantidos pela Declaração
Universal dos Direitos Humanos e pelas Constituições dos diversos países.
Sabemos, porém, que nem sempre a
vontade da maioria é o melhor para a humanidade e para os vários povos e
nações. A história tem demonstrado que, muitas vezes, as escolhas feitas pela
maioria são equivocadas e terminam por se voltar contra as próprias pessoas.
Por esse motivo vem se firmando cada vez mais a exigência de novas formas de
democracia como, por exemplo, a democracia participativa, através da qual a
população de uma determinada região ou país manifesta, por meio de determinados
organismos, a sua vontade e interfere diretamente na realização das políticas
públicas. Nesse processo são respeitados não só a vontade da maioria, mas
também o desejo e os direitos de pequenos grupos e minorias, os quais quase
sempre são esquecidos nos processos e mecanismos de decisão que consideram
apenas a vontade da maioria.
Ora, considerando esses aspectos de uma
democracia representativa, pode-se dizer com tranquilidade que a Igreja não
pode e nem deve ser uma democracia. Ela, pelo contrário, é muito mais do que
isso. A Igreja é uma koinoníae vai, enquanto tal, muito mais além
de uma pura e simples democracia. Ettore Franco, meu professor na Pontifícia
Faculdade da Itália Meridional (Nápoles – Itália) no seu livroComunione
e partecipazione: la koinônia nell’epistolario paolino(Bréscia:
Morcelliana, 1986) estudou a fundo essa questão.
Para Franco akoinoníabíblica
é a salvação escatológica oferecida pelo Pai, através da ação do Filho, no
dinamismo do Espírito e que se concretiza em um determinado momento da nossa
história (1Jo 1,1-3). Enquanto tal, a koinonía implica uma resposta decomunhãoe
departicipaçãodos cristãos e das cristãs, acolhendo o dom
salvífico. Isso significa que aqueles e aquelas que crêem devem se preocupar
com o bem comum e com o bem dos demais. Essa atitude comporta
necessariamenterelações horizontaisentre as pessoas, de modo
que ninguém seja tratado de maneira inferior, discriminadora, preconceituosa e
excludente (1Cor 10,14-22).
Além dos relacionamentos horizontais, a
koinonía comporta apartilha dos bensentre as pessoas. Essa
partilha dos bens expressa asolidariedadeque deve existir
entre aqueles e aquelas que acreditam em Cristo e destes para com todas as
pessoas necessitadas. A solidariedade, por sua vez, é sinal visível da graça de
Deus que é a comunhão com Cristo (2Cor 8 – 9). A koinonía, portanto, é
expressão de um relacionamento entre os cristãos e entre as cristãs que não
admite formas de distinção ou de hierarquia que sejam discriminatórias ou
excludentes, nas quais algumas pessoas ou até multidões sejam consideradas
inferiores e, por isso mesmo, excluídas de determinados espaços. A koinonía
exige, enquanto tal, que se respeite o direito de toda pessoa batizada a ter
voz e vez na comunidade cristã. Esse direito não nasce do pertencimento a uma
determinada hierarquia ou ao fato de ter tido oportunidade de uma formação
acadêmica (ter feito teologia, por exemplo), mas da inserção efetiva no Corpo
de Cristo que se dá através do batismo (Rm 6,3-5). O batismo nos faz todos
irmãos e irmãs uns dos outros e constitui cada pessoa no direito e no dever de
participar ativamente da vida da Igreja, segundo a graça recebida do Espírito
através desse mesmo batismo (Ef 4,4-16).
Consequentemente naIgreja-koinoníaas
pessoas batizadas são todas, sem exceção, irmãs umas das outras (Mt 23,8) e,
por isso, não há lugar para autoritarismos e nem para uma hierarquia
dominadora, impositiva e repressora. A solução das questões se dá através do
diálogo fecundo entre as diversas pessoas que ocupam funções diferentes,
exercem ministérios particulares e prestam vários serviços à comunidade. Tudo
de acordo com os dons recebidos do Espírito. Na comunidade cristã que tem como
referência a koinonía bíblica não existem mestres, não existem senhores, não
existem "pais”. Somente Cristo é o Mestre e Senhor e somente Deus é o Pai de
todos e de todas (Mt 23,8-10).
Na Igreja não podem, pois, existir
eminências e excelências; pessoas mais importantes e outras menos importantes;
pessoas incensadas e outras descartadas ou colocadas em segundo plano. Certos
títulos e certas honras atribuídas a determinadas pessoas são resquícios de uma
herança do passado, quando a Igreja passou a imitar as tiranias e os tiranos do
mundo (Mc 10,42), e que contradizem profundamente o Evangelho. São expressão de
uma Igreja que, apesar dos cinquenta anos do Vaticano II ainda não se purificou
totalmente, como pediu esse Concílio, mas ainda continua buscando glórias e
afastada do seu Fundador pobre, humilde, sofredor e servidor (LG, 8).
Portanto, realmente a Igreja não é e
não pode ser uma democracia no sentido que entendemos atualmente este vocábulo.
Isso seria reduzi-la drasticamente. Porém, como vimos antes, a Igreja é muito
mais do que isso; é uma koinonía e é, enquanto tal, uma comunidade de irmãs e
de irmãs na qual não podem ser aceitas de forma alguma as desigualdades, as
discriminações, o exercício autoritário do poder etc. Temos ainda um longo
caminho a percorrer e somos desafiados a avançar com coragem e determinação na
direção da utopia do Reino de Deus. Não podemos e não devemos desistir do sonho
de uma Igreja na qual "a totalidade dos fiéis, que receberam a unção que vem do
Espírito” (LG, 12), será plenamente respeitada na sua diversidade, superando
assim a tentação das hierarquizações discriminantes e excludentes (At 10,
34-35; Gl 3,28-29). Foi com base nakoinoníaque, nos
primeiros séculos da Igreja, as comunidades escolhiam seus ministros e demitiam
as autoridades eclesiásticas indignas e corruptas. Mas disso falaremos em outra
ocasião.
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