segunda-feira, 21 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Conhecer é relacionar
Caríssima Formandas,
Paz e Bem!
“Entre as esperanças e as angústias do nosso tempo, os leigos consagrados concletizam o ”Vem e Segue-me” na prontidão do “Eis-me aqui”!".
A informação é o primeiro passo para o conhecimento. Sabendo disso, o Conselho Regional, no intuito de conhecer melhor e ter a possibilidade de acompanhar cada formanda no seu crescimento na fé, no amadurecimento da vocação, na amizade e na fraternidade como Pequena Família Franciscana, decidiu solicitar-me como presidente Regional, o envio a cada uma de vocês de uma pesquisa para que, através dela, possamos crescer, aproximando-nos mais, pois “revelando-me às irmãs, revelo o meu Deus”. O trabalho, a distância e mesmo as finanças nos impedem de estarmos juntas, como deveria acontecer entre Formanda e Formadora, Presidente e toda as irmãs do Instituto.
Conhecer é relacionar, integrar, contextualizar, fazer nosso o que vem de fora. Conhecer é saber, é desvendar, é ir além da superfície. Conhecer é aprofundar os níveis de descoberta, é penetrar mais fundo nas coisas, na realidade, no nosso interior... com o mergulho profundo no nosso eu. Pela comunicação aberta e confiante desenvolvemos contínuos e inesgotáveis processos de aprofundamento dos níveis de conhecimento pessoal, comunitário e social.
Creio eu que esta tarefa dará a você uma boa oportunidade para pensar um pouco mais sobre sua vida, sua história, seus sonhos. Quem sabe, recordando coisas tristes e coisas alegres, mas sempre com a certeza de que em cada passo Deus estava e está com você e a ama muito.
Na descoberta dos caminhos para viver, passamos por etapas de deslumbramento, de desânimo, de escuridão, de realização, de paz, de inquietação. Em cada etapa o horizonte se modifica: ora vemos o arco-íris na nossa frente, ora montanhas intransponíveis. (Matheu LIPMAN)
Na certeza de que o Espírito Santo a iluminará, desejo cada uma encontre o verdadeiro caminho a seguir os passos de Jesus.
Amemos sempre mais, umas às outras e ao Instituto que está sempre atento ao nosso amadurecimento pessoal.
Receba o meu abraço.
Carinhosamente,
Maria José Barreto
Recife, 09/04/2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
2ª Carta de Vincenza
Jesus -Amor
Enquanto me
é caro obedecer ao
nosso reverendo padre superior,
igualmente o é
comunicar
convosco, para encorajar-nos mutualmente através da
fé e da caridade
que nos é comum.Nunca
me cansarei, queridas irmãs,
de vos recomendar
para que envidem todos
os esforços ao preservar
a alma pura de
qualquer pequeno pecado.
No cristal limpo, o
sol não refletira
mais o seu esplendor.
Hoje, dia em que
escrevo, é a
festa de Santa Inês
de Assis. Com certeza,
o sol pôde formar
nelas as suas próprias
alegrias, pois ela
mantinha a alma
pura, cândida, pura, límpida,
sem embaçamento algum,
sem a menor capacidade.
Nunca esconda o imaculado esplendor da alma
onde reina o esposo.
Ate a mais leve
ofensa e muita maldade
para com Ele.
Como podemos,
no nosso coração,ofende-lo,
Ele, nosso Senhor,tão
infinitamente digno de
ser amado, Ele tão
bom e amável com
todos nos! Podemos sofrer
tudo, mais nunca ofendê-lo.
Temos que vigiar a
nós mesmos muito atenciosamente.
Oh, como o amor
sempre tem medo em
desgostar o amado!
Como ele
tem medo de trazer-lhe
o menor desprazer!
Pelo contrário, sempre quer
agradá-lo. Mas não
podemos agradar a
Jesus se vivemos tão
displicentemente no seu
amor, cometendo sempre aqueles
horríveis pequenos pecados
que representam ofensa
tão grande ao seu
coração.
Ofereçamos-lhe
como presente, a cada
manhã e cada noite,
uma alma linda e
que tenha lutado, para
apresentar a Ele
a sua alma linda
e que tenha lutado,
para apresentar a Ele
sua própria vida divina
em nós, em todo
o seu celestial
esplendor. Oh, como
Jesus estará amorosamente
neste seu reino, para
doar à nossa alma
a caridade do seu
coração.
Como ele
ficará contente em ver
a sua própria esposa
tão atenta e vigilante,
tão amorosa e fiel
a Ele.
Minhas queridas
irmãs ofereçamos-lhe o
amor e não pecados;
Ele nos amou tanto
que até doou a
sua própria vida por
nós. Queridas irmãs, graças
e paz de Deus
nosso Pai e de Jesus nosso Senhor.
A
vossa mestra Vincenza
Fevereiro de 1943
terça-feira, 1 de abril de 2014
Carta de Vinceza às Irmãs da PFF
Paz e Bem!
Jesus Amor!
O nosso
divino esposo jesus, nos uniu numa Pequena Família, porque no mundo
quer e deseja a clausura amorosa de esposas prediletas as quais, em
meio a tudo e longe de tudo, no interior de suas celas, por obra do
amor vivam juntas a Ele mormento no ofício do amor, e n0os convida a
abraçar com alegria e doação, sempre mais elevada, a nossa Santa
Regra. À luz da verdade somos chamadas à melhor tarefa:
A união intima de amor, à quela união que dá ao eterno Rei, nosso
Sebhor Jesus, os frutos mais divinos. Entregamo-nos com alegria uele
que nos chamou, separando-nos com gáudio de tudo, para preparar em
nós uma clasura sempre mais dígna Dele, onde os nossos irmão,
todos os irmãos do mundo inteiro, encontrem Deus vivo e amem.
Por
isso, confiantes Nele, levantamos
os nosso olhar e avante, avante uma perfeição sempre mais adquada
com a nossa excelsa vocação.
Esposa
de clasura, esposas de perfeita caridade na união com Ele, esposas
que levem ao mundo inteiro não a vida terrena, mas aquela divina do
Paraíso.
Benditas
de Jesus, nós alcançamos aquela perfeição que será a alegria de
Deus e a salvação das almas.
Que
ele nos abrace uma a uma e todoas juntas para encher-nos de suas
Graças que farão de nós uma legião de divina caridade, de
paraíso, que revelará Deus no amor para que possamos amá-lo.
A
vemos sempre em jesus, em cada suspiro nossos para Ele.
Vincenza Chiara
segunda-feira, 24 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Um Projeto fascinante
O "Curso Básico sobre o Carisma Missionário Franciscano" (CCFMC), de modo PODE Ser entendido se o relacionarmos com o Concilio Opaco LHE imprimiu Impulso e Orientação. E POR ISSO Opaco, o Vindouro 50 ° Aniversário do Concilio desen serviços Motivo parágrafo nn lembrarmos da Curiosidade e descobridora da Abertura Ingenua com cais Quais d'Orsay como começamos ESTE PROJETO interfranciscno e interculturais HA MAIS de 30 Anos. FOI UMA sensação de verdadeiro salto, e do tanto NAS cúrias de Roma Como NAS communities CRP, houve hum vivo INTERESSE Neste Instrumento de Formação posterior Opaco SERVIU parágrafo um franciscana Família Descobrir a conciliar ideia de Renovação e Reflexão sobre como Próprias Fontes. A Abertura da Igreja para o Mundo, uma Missão entendida Como uma Oferta da compreensão de Reino de Deus Como Libertação universal de Todas como experiencias de opressão e Salvação TAMBEM NAO OS parágrafos cristãos - Tudo ISSO provocou a necessidade de refletirmos sobre a Nossa compreensão de Missão ea Nossa Missão própria. Quase Todas los como contraditório encontramos Portas Abertas ea Disposição de Cooperação e Participação. De outra Maneira, o Projeto Localidade: Não térios Sido Capaz de se converter, EM Menos de dez Anos, num Programa Mundial com, com Traduções parágrafos MAIS de 15 languages. Em TODAS um contraditório houve Irmãs e Irmãos Que descobriram como SUAS raízes franciscanas e como traduziram, à luz do Concílio, das Necessidades CRP, dos Sinais do Tempo, parágrafo A Nossa Língua de Hoje.
Durante a reuniao da Direção fazer CCFMC, Que se realizou los Hofheim, de 27 de Março a 1 ° de Abril, ficou a Claro Que Isto É continua Sendo Válido AINDA Hoje. Mas, AO MESMO tempo, constatou-se Opaco O Primeiro entusiasmo se ma desvanecido e Opaco, EM algumas contraditório, o Objetivo diretor JÁ Localidade: Não E entendido e apoiado pelas Entidades responsáveis. Tanto vale par o CCFMC Como parágrafo o Concilio Opaco, JA HÁ Muito ritmo, Nao E entendido e Vivido Como o Concilio pastoral fundamental that Deverià Fazer uma Igreja Capaz de responder AO Século 21. Portanto, deveríamos aproveitar OS 50 Anos fazer Concilio E os 30 Anos fazer CCFMC parágrafo descobrirmos Os Dois acontecimentos não Seu dinamismo originais.
O Curso básico sobre o carisma franciscano Missionário Localidade: Não E o Resultado de UMA reuniao de Peritos, mas o PRODUTO de hum dialogo sincero intercultural. IstoÉ ficou demonstrado claramente Durante o grande Acontecimento de "Assis 94", Durante o quali se encontraram, Pela Primeira Vez na História, 160 Irmãs e Irmãos De Todo O Mundo parágrafos hum Congresso de 15 Dias, Durante o quali o Curso FOI Revisto fundamentalmente. FOI UM verdadeiro Processo de Estudo não Fim do quali houve hum Projeto Comum Opaco Todos quiseram e apoiaram.
O CCFMC E, portanto, um Projeto Opaco e Único na Família franciscana, não Que Diz Respeito à SUA História de surgimento e Efeito. Único Localidade: Não se REFERÊ à SUA Qualidade e Profundidade. Documentos OS, Livros e Programas Que servem de para a Renovação da espiritualidade francis-cana enchem UMA QUANTIDADE de estantes los TODO O Mundo. O Opaco e Único não CCFMC, não entanto, è uma Tentativa de CRIAR UM Programa de Renovação universal, intercultural e interfran-ciscano, e ISSO, num Diálogo Aberto não quali uma Sabedoria de Peritos e como Experiências concretas FORAM unidas.
Os Estímulos procederam Localidade: Não assim fazer Concilio, mas also da Igreja latino-americana, APOS Medellín e Puebla, de Documentos orien-Dores das Igrejas na Ásia e na África, nos cais Quais d'Orsay FORAM traduzidas como decisões Gerais do Concilio parágrafos respectivos OS Contextos. Mas, igualmente de suma importância, uma nova Visão de Liberdade de Informação que Consciência Mundo eA n º s 60 Anos de Que uma maioria das PESSOAS, nos Continentes do Sul, ESTA
privada de UMA Vida digna. PESSOAS Pará, Que invocam Francisco e Clara, Este Fato E hum Problema de Identidade Que se constitui num Desafio Constante. O Nosso Lugar temperatura Opaco serviços ao Lado dos Pobres, dos marginalizados se quisermos Localidade: Não trair o francisclariano ideal. ASSIM nasceu uma Herança Opaco TEMOS de Preservar e organizar. Um Projeto fascinante Que, embora Localidade: Não proporcione Soluções concretas parágrafo OS Problemas prementes fazer Nosso tempo, proporciona uma Força Espiritual ea Ideologia SEM como cais Quais d'Orsay Localidade: Não chegaremos à Conversão necessaria. O Que precisamos E Paixão e Dedicação, carinho e Força, Que Francisco e Clara encarnam MELHOR DO Opaco QUALQUÉR Pessoa na História. TEMOS de redescobrir ESTAS Virtudes, traduzidas parágrafo O Nosso ritmo; entao teremos UMA Bússola segura parágrafo nn orientar NAS perplexidades fazer Nosso ritmo.
Andreas Müller OFM
quarta-feira, 5 de março de 2014
Pequena Família Franciscana - Origem do Instituto
O Instituto surgiu em Brescia ligado a fraternidade São Caetano, em
1929 por iniciativa de algumas Terceiras franciscanas, sobre particular
inspiração da professora Vincenza Stroppa e sob o cuidado do Padre Frei Ireneo
Mazzotti. OFM. Tal obra é denominada “Pequena Família Franciscana”.
Em 1983 é aprovado como Instituto Secular de Direito
Pontifício.
Espírito do
Instituto
A Pequena Família Franciscana se qualifica:
·
Pela plena e autentica secularidade dos seus
membros.
·
Pela Consagração mediante a profissão dos
Conselhos Evangélicos;
·
Pelo empenho de apostolado que busca as formas e
os meios externos, não se distingue daquele próprio dos leigos batizados.
·
Por algumas notas características da
espiritualidade franciscana, o espírito de família no vinculo de uma fervorosa
caridade recíproca, uma intensa piedade eucarística e mariana, zelo pela
santificação da Igreja, dos Sacerdotes e das pessoas consagradas.
O Instituto se propõe as seguintes
finalidades:
·
A total Consagração a Deus dos seus membros para
tender à perfeição da Caridade com a completa Profissão dos Conselhos
Evangélicos no século;
·
A conformidade a Cristo segundo os princípios da
espiritualidade franciscana;
·
Um serviço constante e generoso à Igreja
mediante o pleno testemunho de vida cristã no exercício da profissão e mediante
a animação e a orientação cristã das realidades terrestres para consolidar o
reino de Cristo e dilatar-lo em toda parte da terra.
·
A difusão do espírito franciscano no mundo
especialmente com a presença ativa e responsável nas Fraternidades da OFS;
·
A cooperação ativa especialmente com a Oração e
o Sacrifício, pela Santificação dos Sacerdotes, das pessoas Consagradas e por
todos os membros das três Ordens Franciscanas.
O Instituto é formado por um Conselho Central e é
organizado em Regiões e cada região em Grupos com os relativos Conselhos.
É amplamente difundido na Itália e está presente
também no Exterior. Conta atualmente cerca de mil e quatrocentas Irmãs
Consagradas.
O Instituto é extensivo a muitos níveis da vida
social. Na verdade as profissões civis das Irmãs ocupam uma escala muito
variada: professoras, médicas, empregadas, artesãs, assistentes sociais,
domésticas, colaboradoras familiares, operárias, agricultoras, negociantes,
aposentadas...
No plano de atividade apostólica está assinalada a
presença de Irmãs como catequistas, animadoras de iniciativas paroquiais e
diocesanas, como voluntárias no campo caritativo e social.
“Se queres ser
perfeito... Vem e segue-me” – Mt 19,21.
Somos mulheres que respondemos ao convite de Jesus:
Vem e segue-me. A nós não pediu para deixar o mundo, mas para viver como “A
Pequena Família de Nazaré”, na qual o centro é Jesus. Uma vida simples,
humilde, na própria condição de vida, feita de silêncio, oração e atividades
profissionais e apostólicas. Uma vida que louva a Deus pelas maravilhas do
criado e das suas criaturas e que deseja ardentemente que Jesus seja conhecido,
amado pelos homens, sobre o exemplo do pobrezinho de Assis, São Francisco.
“Não deves pensar em grandes coisas, deves estar humildes aos pés de
Jesus. Viver no meio do mundo não é como viver em clausura, não é como viver em
convento; o nosso é dentro de nós, a nossa clausura é dentro de nós e fora
devemos enfrentar todos os riscos, todas as cruzes cada uma onde se encontra:
uma professora na escola, uma na fábrica, uma na família... ”. (Vincenza Stroppa)
“O mundo hoje mais do que nunca tem necessidade de pessoas que realizam
em plenitude a vida evangélica que é vida de profundo relacionamento com Deus,
e se explica na caridade: amor a Deus e ao próximo.”
(P.
Ireneo Mazzotti)
“A Pequena Família Franciscana é um Instituto Secular constituído
segundo as intenções e os efeitos da lei própria dos Institutos Seculares. Ela
vive a sua vida e desenvolve a sua atividade de acordo com o direito comum dos
Institutos Seculares”
(do art. 1 das Constituições)
Texto enviado pela Fraternidade Frei Jorge Rothaus
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