sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Reconhecimento da liderança espiritual de mulheres:


Clara O nosso conhecimento e a nossa compreensão de Clara têm crescido nos últimos anos. Nos seus escritos, ela se mostra uma mulher forte, uma companheira na caminhada espiritual. O próprio Francisco procurava seu conselho (cf. Fior 16). Durante toda sua vida, ela resistiu à autoridade eclesiástica para defender sua convicção acerca da pobreza. Obviamente, Clara era mais do que aplantinhade São Francisco. Também para o Papa Gregório IX, Clara representava uma autoridade espiritual. Por isso, pediu que ela abençoasse o pão na mesa quando ele veio de visita a São Damião (cf. Fior 33).
A liderança espiritual que Clara exercia se mostra, sobretudo, na sua correspondência com Santa Inês de Praga. Como mulher, ela acompanhava o itinerário espiritual de Inês e a apoiou na sua luta pela sua independência espiritual:Nunca percas de vista o teu ponto de partida. Conserva o que tens; continua fazendo o que fazes agora. Não te detenhas; antes avança com confiança e alegria, em rápida carreira, passo ligeiro e seguro, pelo caminho da bem-aventurança que te espera, sem permitir que nem sequer o da terra retarde atua marcha. Não acredites, nem consintas em nada que possa afastar-te do teu ideal ou ser uma barreira no teu caminho, para cumprir os votos ao Altíssimo (cf. Sl 50,14) com a perfeição à qual o Espírito Santo te chamou(2CtIn 3). Com mais clareza ainda, manifesta-se a autoconsciência feminina de Clara na sua Regra. Pela primeira vez na história, uma mulher escreve uma Regra para mulheres.
CCFMC, Liçaõ 22, C 4.2


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O Evangelho como primeiro critério


Não se pode duvidar da fidelidade fundamental de São Francisco à Igreja. As palavras do fundador da Ordem sobre a verdadeira fé e o valor dos sacramentos, a sua atitude reverente para com todos os sacerdotes e teólogos, seu respeito diante dos bispos diocesanos, assim como suas determinações quanto ao Cardeal-Protetor dão testemunho desta fidelidade. Devido à sua fidelidade absoluta era lhe possível ver o seu ideal confirmado por Roma. De outro lado, o santo não era nenhum funcionário eclesiástico, contente quando enquadrado em estruturas preestabelecidas e solícito apenas para garantir a continuação sem atritos do tal status quo. Francisco não colocou a sua comunidade diretamente a serviço da instituição eclesiástica, assim como fazia a maioria dos outros fundadores. 
É verdade que ele advertia explicitamente contra heresias e contra o perigo de viver fora da Igreja (cf. 2CtFi 32ss.; CtOrd 44; Test 6ss.), mas não era a sua intenção colocar-se, antes de mais nada, a serviço da doutrina, do culto ou da organização eclesial. Sem negar a importância de tudo isso, anunciava, segundo a experiência dos seus contemporâneos, uma nova mensagem ético religiosa, uma maneira nova de seguimento ao Evangelho. Francisco se defendia contra a tentação de subdividir a Boa Nova em leis, regras e prescrições, como também proibiu expressamente aos seus irmãos de escrever comentários à Regra. A autoconfiança com a qual ia ao encontro dos detentores de cargos eclesiásticos, até o papa, estava fundamentada na sua decisão de viver segundo o santo Evangelho. A este Evangelho também a Igreja e a sua hierarquia deviam obedecer. 
O que Francisco fazia era provar-lhes que isto é realmente possível. Só assim se compreende o que Francisco escreveu: “Em nome do Senhor, começa a Regra de vida dos frades menores: ‘A regra e a vida dos frades menores é esta: observar o santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, vivendo em obediência, sem propriedade e em castidade!’” (RegB 1,1). Cada nova geração de irmãos ou irmãs tem a tarefa ea liberdade de interpretar e provar a viabilidade do do Evangelho no tempo e nas circunstâncias contemporâneas deles. Para isso necessitam de iniciativa, improvisação e coragem, para romper com aquilo ao qual estavam acostumados. Por isso, é legitimamente franciscana a tentativa de modificar a vida concreta, para que o Evangelho possa ser expresso e valorizado de maneira nova
CCFMC, Liçaõ 25, C 2.1
Vamos aprofundar o estudo! Busque na Internet e vamos partilhar.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

CBCMF - O objetivo do curso


Lern- und ReflexionsprogrammSeria, portanto, tornar este carisma mais conhecido e acessível, demonstrando como é vivido nas diferentes comunidades franciscanas e nas distintas culturas.
No Brasil, o curso recebeu o título Curso Básico sobre o Carisma Missionário Franciscano, com a abreviação CBCMF. A nível mundial é conhecido sob a sigla da versão inglesa: CCFMC, a saber: Comprehensive Course on the Franciscan Mission Charism.
Contemplação
A contemplação é uma dimensão de toda vida humana; portanto, não constitui o privilégio de alguns poucos. Ser contemplativo quer dizer: descobrir o significado da vida e da realidade, ver o mundo como um símbolo que conduz ao mistério de Deus. Isto inclui a obrigação de “transformar este mundo, pela força da Ressurreição, no Reino de Deus” (M. Amaladoss). Resumindo, pode-se afirmar: viver contemplativamente não significa separar-se do mundo, mas engajar-se nele de maneira bem concreta e ativa, para transformá-lo para o melhor. Descobre a Deus somente aquele que se descobre a si mesmo, e que permaneceunido aos outros seres humanos e ao mundo inteiro. As experiências vividas entram na contemplação. Ela é o pré-requisito imprescindível de uma missão autêntica, durante a qual vamos inevitavelmente entrar também em contato com as forças do mal, que se manifestam em nossa existência. Ademais, umapessoa contemplativa, necessariamente terá que engajar-se em prol de Justiça e Paz, pela Integridade da Criação e pela Liberdade. Não é preciso renunciar ao mundo, obedecer a determinados estilos de vida como, por exemplo, retirar- se a uma “ashram” (eremitério de tipo indiano), um convento ou mosteiro, ou seguir outros rigorosos programas ascéticos. Permaneça você mesmo, aonde estiver! Bem entendida, a contemplação é um convite a realizar-se como pessoa. E qualquer tipo de contemplação que desconsidera os outros, está muito
CCFMC, Liçaõ 10, C - Considerações finais


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Palavras de Mahatma Ghandi


Autor: Mahatma Ghandi
 Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação.
E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo.
O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída”.
Esse texto é notável... Veja que em momento algum Ghandi refere-se a bens materiais como "presente", simplesmente deixa reflexões e virtudes.
Ou seja, para conseguirmos "sucesso" não devemos nos prender a bens materiais, devemos sim, ter respeito para com nossos semelhantes, aprender com nossos erros, trabalhar, sermos mais amigos de nós mesmos...
Pense, reflita, e coloque em prática as palavras desse "grande" mestre...

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Oficina de Atualização dos Instrumentos Básicos da Pastoral da Pessoa Idosa

Participar destas oficinas
É bastante proveitosa
Prepara a mente e o coração
Para a pastoral da pessoa idosa
Participando da Santa missa
No dia mundial das missões
Outra coisa importante
Foi as confissões
Imaginem a alegria
No coração de Marina
Reunir as três paróquias
Santana São Francisco e Santa Teresinha
A paz esteja com todos
Este encontro é maravilhoso
As graças de Maria
E as bênçãos do Pai bondoso.
Um abraço da irmã Francisca Gomes Cardoso
Capacitadoras:
1 . Lélia de Lourdes Sousa de Oliveira
2. Maria José Barreto
Data do encerramento da capacitação: 20/10/2013
Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM)
Cidade: Bacabal – Diocese: Bacabal - Maranhão





















sexta-feira, 11 de outubro de 2013

ORAÇÃO DO COMPROMISSO


Senhor nosso Deus! Nós vos louvamos e bendizemos!
Por Vosso Filho e Senhor Nosso./
Ele é o nosso Salvador,/
Queremos hoje vos louvar,/
pelo Vosso Servo Francisco./
Que nos deste como Pai e modelo/

Agora somos chamados,/
a viver e celebrar a Graça da Origens dos 60 anos,/
de Pequena Família Franciscana no Brasil,/

Nossa responsabilidade é muito grande,/
Nós queremos viver / celebrar / e divulgar, /
A graça das origens, / dos nossos fundadores
como Familia Franciscana que somos, /
Queremos viver e celebrar com Francisco e Clara,/
É um grande desafio! /
é uma tarefa árdua e difícil.

SENOR!
Que a Vossa Face resplandeça sobre nós, /
Que venha a nós a Vossa Graça e a Vossa Benção,/
Que dessa sobre nós a Vossa Divina Misericórdia,/
Que na vossa Terra se conheça a Vossa Glória.

Vós mesmo disssestes,/
Façam as obras de vocês,/
para que os homens as vejam,/
e glorifiquem Vosso pai / que está nos céus!

Senhor!
Que a graça das origens da PFF
traga a benção da conversão,/
para todas as irmãs.
Que cada franciscano / franciscana,/
devoto de São Francisco,/
ouça seu pedido:/
irmãos, vamos começar,/
porque até agora/ pouco fizemos.


Que este Ano com Francisco e Clara,/
traga muita PAZ e BEM!,/
para todos irmãos e irmãs.,/
para toda Igreja,/
que ainda crê e ama Francisco e Clara.
Amém! Assim Seja.
Instituto Secular Pequena Família Franciscana
Região Nordete - Brasil